O meu nome é Afonso Tranho.
Vivo num bairro calmo, limpinho, cheirosinho, chamado Buraca. Longe da probreza e do mau gosto da minha família de Cascais sul.
Ainda me alembro como se fosse ontem, e foi anteontem, que tudo aconteceu. O dia era de sol e as nuvens eram de algodão doce, quando o meu pai me chamou e disse:
Ou tu te pões daqui para fora, ou corremos contigo ao xuto.
E a verdade é que eu sempre gostei da brasileira Maria, e queria ter um avião para ir mais amiúde a bragança, mas a miúda não gostava de mim, nem a mãe dela.
O meu avô, mais calminho, ainda disse: renegaste o teu clã, malandro, põe-te de joelhos e reza o acto de contrição.
Ao que eu respondi. Ai isso, não.
É então que o chefe Pastor se avira para mim, de olhos esbugalhados e punhos cerrados e diz: Afonsinhozinho, a partir de agora, para nós... és um ex-Tranho.
16/07/07
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5 comentários:
ó silvino.. mata-te...
ó anónimo, a minha religiao não deixa. e seria igualmente chato ao nível do enquadramento legal, onde o sujeito estaria subordinado ao acto praticado em condições de subnutrição activa. para mais informações consulte o seu médico ou farmacêutico.
n diss pa t matares á fome(whatever you wanna say). Tb n disse pa t gabares só pk tás num curso reconhecido pela sociedade. Disse simplesmente: shut the fuck up
capiche?
capiche^^
sem ironias, talvez o melhor post deste secodromo.
e é de referir que continuo com a mesma impressão do anónimo, seja lá que bixo for esse.
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