30/06/07

EsCaChina> Coisas inertes, coisas boas

Uma estória do carro-da-china, para si.

Pois a lógica e a física a isto obrigam.

Uma coisa inerte é uma coisa boa, e uma coisa não boa é uma coisa não inerte. Visto existirem palavras que condicionam a entalpia das coisas, mudo o meu discurso para algo menos audível.

Ó Maria, traz-me cá uma cerveja que eu gosto de fanta. Fantasporto, ou fantalimão, cuja garraja (a do porto) está a 3euros e 25cêntimos no quiosque do xôr Vítor.

Enantiómero meu, enantiómero meu, há alguém mais R/S do que eu?

A tal pergunta sabereis responder, com a ajuda do olho, certamente.


Diz então o xôr Vítor para o seu diastereoisómero:

O teu problema é falta de peso (molecular), pá!

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